1ª Etapa
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1ª Etapa / Montemor-o-Novo - Moura / 208,1 km / 20 março
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Montemor-o-Novo

O Castelo de Montemor-o-Novo é, na verdade, o original recinto da primitiva vila e urbe de Montemor.

Segundo consta, terá sido conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques pouco depois de 1166. O seu filho, D. Sancho I, concedeu-lhe o primeiro foral em Março de 1203, tendo a sua muralha sido reconstruída no reinado de D. Dinis. Nos séculos XIII e XIV, a vila intramuros atingiu grande importância, nomeadamente ao nível económico, demográfico e religioso. Nesta altura, eram administradas quatro freguesias urbanas, todas elas com sede no interior do Castelo: Santa Maria do Bispo, Santa Maria da Vila, São João e São Tiago.

A partir do século XVI, a população começa a registar uma forte tendência para abandonar o Castelo, apesar das tentativas para que tal não aconteça.  As casas são demolidas e efectuam-se novas construções no “arrabalde” (actual local da cidade). A Câmara e outros edifícios da administração local são transferidos no século XVIII e em 1758 já pouco mais restava que as Igrejas, o Palácio dos Alcaides e o Convento da Saudação.

A autarquia montemorense tem promovido trabalhos de escavação, realizados por equipas de arqueólogos, ao mesmo tempo que procede ao estudo documental da sua história, bem como da cidade. 

O Castelo, verdadeiro ex-libris da cidade, é de uma indiscutível riqueza patrimonial, podendo destacar-se a Casa do Guarda, a Torre do Relógio, a Porta da Vila ou de Santarém, os Arcos-sólios Tumulares, o Convento da Saudação, a Igreja de Santiago (onde está instalado o Centro Interpretativo do Castelo), a Torre da Má-Hora ou de Menagem e Porta de Santiago, a Igreja de S. João Baptista do Castelo, o Paço dos Alcaides ou Paço Real, as Ruínas da Antiga Cadeia ou Paços do Concelho, o Matadouro Mourisco/Cisterna, a Torre e Porta do Anjo ou do Bispo e as Ruínas da Igreja de Santa Maria do Bispo (ex-Matriz).

Em Montemor-o-Novo podemos, ainda, apreciar os diversos painéis de azulejos, retratando cenas da vida agrícola, que as paredes exteriores do Mercado Municipal nos oferecem. Na Rua 5 de Outubro, são várias as casas senhoriais que se podem observar, onde também se situa a Fonte e o Passo da Rua Nova. No edifício da Câmara Municipal, podemos apreciar os painéis de azulejos nos patamares da escadaria, da autoria de Querubim Lapa. No Largo dos Paços do Concelho, em frente à edilidade, situa-se a lápide de mármore, classificada como monumento nacional, com uma inscrição romana na parte central e as laterais da época visigótica.

No mesmo largo, um pouco mais acima, encontramos a Fonte de N.ª S.ª da Conceição, da época de D. João IV, e em frente, datada de 1839, a marmórea Fonte Nova, mais conhecida por Chafariz do Besugo.

No edifício do antigo Convento de S. João de Deus, temos a Biblioteca Municipal Almeida Faria, com o Arquivo Histórico e a Galeria Municipal, para no mesmo edifício encontrarmos, ainda, a Cripta de S. João de Deus e a Igreja Matriz (séc. XVII – XVIII), na qual é possível observar a extraordinária beleza do fresco original que recobre a abóbada da nave.

Em frente, no terreiro de São João de Deus, pontifica a estátua do Santo para, logo ali ao lado, podermos encontrar, na Rua Teófilo Braga, o portal manuelino da Igreja da Misericórdia.

Do Castelo, pode-se apreciar a vista sobre o casario da cidade, bem como o Convento de N.ª Sr.ª da Conceição (morro à esquerda) e a Ermida de N.ª Sr.ª da Visitação (em frente). Ao descer, aprecie as ruínas da Ermida de S. Vicente, para já na cidade, na esquina entre a Rua 1.º de Maio e a Rua D. Vasco, poder observar uma casa com uma bela janela manuelina.

Do Largo General Humberto Delgado, pela Rua de S. Domingos, encontra o Convento do mesmo nome, onde pode também apreciar o Museu de Arqueologia. Regressando ao mesmo largo, passando pelas ruas Luís de Camões e Irmã Sousa, chega-se ao imponente Cine-Teatro Curvo Semedo, com o Monumento ao Resistente Anti-Fascista ali mesmo ao lado, bem como a Igreja do Calvário, com uma sacristia de rara beleza, com as paredes e abóbada inteiramente revestidas de azulejos. À saída da Igreja do Calvário, encontra-se a Ermida de S. Sebastião.

Envolvendo a Praça da República, temos o Jardim Pública (com o seu coreto), e as sedes das Sociedades Carlista e Pedrista.

Montemor-o-Novo uma cidade a visitar!

 

Moura

É uma cidade raiana portuguesa do distrito de Beja, no Alentejo. Moura é sede do concelho de Moura e é limitada a nordeste pelo município de Mourão, a leste por Barrancos, a leste e sul por Espanha, a sudoeste por Serpa, a oeste por Vidigueira e a noroeste por Portel e por Reguengos de Monsaraz, ocupando uma área de 957,73 km².

A cidade de Moura contava em 2011 com 8419 habitantes e o concelho com 15 167 habitantes.Durante a ocupação romana da Península Ibérica chamar-se-ia Arucci ou Nova Civitas Aruccitana. As invasões muçulmanas renomearam-na para Al-Manijah. A designação atual de Moura surge ligada à Lenda da Moura Salúquia. Novos dados, recentemente descobertos na cidade de Moura, vieram relançar a problemática do antigo nome do sítio.

O castelo de Moura, classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1944, está implantado no ponto mais elevado da atual cidade e a sua ocupação remonta, pelo menos, à Idade do Ferro. Existem vestígios da fortificação do período Islâmico e do período Cristão, testemunhos das intensas disputas pelo controlo do território. O domínio cristão efetivou-se em 1232 e, a partir de 1295, Moura é definitivamente conquistada. É com D. Dinis que Moura tem a sua primeira Carta de Foral (1295) e Carta de Feira (1302) e, posteriormente, D. Manuel concede o Foral Novo em 1512; nesse mesmo século recebe, por D. João III, o título de Notável Vila de Moura.

A importância geoestratégica de Moura, no período da Reconquista e em épocas posteriores, é inequívoca tendo em conta o facto de ter sido aqui que se construiu o primeiro Convento da Ordem dos Carmelitas em Portugal, e em toda a Península Ibérica: o Convento do Carmo encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1944; e pela construção da Igreja Matriz de São João Batista, a mando de D. Manuel no início do século XVI, que está classificada como Monumento Nacional desde 1932.

A proximidade com a fronteira espanhola obrigava a um controlo apertado do território em redor do castelo, daí a necessidade de se construírem torres de vigia ou atalaias. Em Moura estão inventariadas seis; a Atalaia Magra está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1986.

A existência de duas nascentes de água permanente no interior do castelo, que ainda hoje abastecem duas fontes (Três Bicas e Santa Comba), permitiu que surgissem, na transição do século XIX para o século XX, uma unidade termal (Termas) e a Fábrica da “Água Castello”, unidade fabril que se mantém no espaço do castelo até ao final da década de 30.

Moura foi elevada a cidade a 1 de fevereiro de 1988.

 

Mapa
Percurso
Alt. Percurso / Parcours
» Km Km » 38 km/h 40 km/h
Concentração / Rassemblement: Montemor-o-Novo - Largo Gen. Humberto Delgado
9:15 9:15
Partida Simbólica / Départ Fictif: Montemor-o-Novo - Largo Gen. Humberto Delgado 6.8 10:30 10:30
Rotunda em frente p/ Rua da Janelinha, Rotunda em frente p/ Rua da Janelinha, Rotunda à esq. (Sentido Proibido!) p/ Av. Gago Coutinho, N4, Rotunda em frente p/ Lisboa, À esq. p/ Alcáçovas, Rua Curvo Semedo, Rotunda à dta. p/ Alcáçovas, Rotunda à esq. p/ Alcáçovas, R2
251 Partida Real / Départ Réel: N2 (junto à placa de Reguengo)
0 206.5 10:45 10:45
321 ponto altimétrico 2.5 204 10:48 10:48
375 ponto altimétrico 7 199.5 10:56 10:55
259 Escoural, R2 8.8 197.7 10:58 10:58
243 Rotunda em frente p/ Alcáçovas
10.3 196.2 11:01 11:00
208 Rotunda (Casa Branca) em frente p/ Alcáçovas - Ponte s/ Linha Férrea
14.3 192.2 11:07 11:06
178 Freguesia de Alcáçovas, R2 18 188.5 11:13 11:12
199 Alcáçovas 26.5 180 11:26 11:24
214 Rotunda (Chocalho) à esq. p/ Viana do Alentejo, N257
27 179.5 11:27 11:25
233 Rotunda em frente p/ Viana do Alentejo
28 178.5 11:29 11:27
192 À dta. p/ Viana do Alentejo, N257
33 173.5 11:37 11:34
233 Viana do Alentejo 44.4 162.1 11:55 11:51
243 Rotunda em frente
44.8 161.7 11:55 11:52
244 Rotunda à esq. p/ Alvito, Rua do Rocio
45.1 161.4 11:56 11:52
244 Rotunda em frente
45.4 161.1 11:56 11:53
256 À esq. p/ Alvito
45.9 160.6 11:57 11:53
249 Rotunda à dta. p/ Alvito
46.2 160.3 11:57 11:54
256 Meta Volante - Viana do Alentejo
46.5 160 11:58 11:54
258 À esq. p/ Alvito, N257
46.6 159.9 11:58 11:54
288 Concelho de Alvito 49 157.5 12:02 11:58
251 Alvito 54.8 151.7 12:11 12:07
239 À esq. p/ Cuba, Rua Almeida Garret, N258
55.2 151.3 12:12 12:07
231 À esq. p/ Cuba, Largo do Roque
55.5 151 12:12 12:08
232 À dta. p/ Cuba, Largo Gen. Humberto Delgado
55.6 150.9 12:12 12:08
227 À esq. p/ Cuba, N258
56 150.5 12:13 12:09
148 Ponte
58 148.5 12:16 12:12
225 Concelho de Cuba 60.8 145.7 12:21 12:16
231 Vila Ruiva 62.4 144.1 12:23 12:18
230 À dta. p/ Cuba, N258-1
62.5 144 12:23 12:18
190 Ponte
66.5 140 12:30 12:24
184 Cuba, rotunda à esq. p/ Vidigueira
72.2 134.3 12:39 12:33
182 Rotunda à esq. p/ Vidigueira, N387
72.6 133.9 12:39 12:33
206 Concelho da Vidigueira 77.6 128.9 12:47 12:41
235 Cruzamento em frente p/ Vila de Frades
80.2 126.3 12:51 12:45
199 À esq. p/ Vidigueira, N258
81.7 124.8 12:54 12:47
200 Vidigueira 82.1 124.4 12:54 12:48
207 Rotunda à esq. p/ centro - Estrada de Cuba
82.4 124.1 12:55 12:48
223 Meta Volante - Vidigueira
82.8 123.7 12:55 12:49
224 À dta. p/ Largo 5 de Outubro
82.9 123.6 12:55 12:49
223 Em frente p/ Rua Longa
83.1 123.4 12:56 12:49
210 Praça Vasco da Gama à esq. p/ Rua Gen. Humb. Delgado
83.5 123 12:56 12:50
210 À esq. p/ Vera Cruz
84 122.5 12:57 12:51
217 À dta. p/ Vera Cruz, M520
84.4 122.1 12:58 12:51
212 Início subida / Début col 86.6 119.9 13:01 12:54
342 PM 4ª cat. / Col 4ème cat. - Concelho de Portel, M520
90.8 115.7 13:08 13:01
314 Vera Cruz 95.3 111.2 13:15 13:07
312 À esq. p/ Portel, Rua de St. António
95.6 110.9 13:15 13:08
294 Rotunda à esq. p/ Évora, R384 Início abastecimento / Ouverture du Ravitaillement
104.4 102.1 13:29 13:21
305 Rotunda à dta. p/ Portel, Rua da Vidigueira
105.1 101.4 13:30 13:22
312 Largo 5 de Outubro à dta. p/ Rua da Liberdade
105.7 100.8 13:31 13:23
303 À esq. p/ Amieira
106 100.5 13:32 13:24
303 À esq. p/ Amieira, Rua 1º de Maio, M538
106.1 100.4 13:32 13:24
284 Rotunda em frente p/ Amieira
106.7 99.8 13:33 13:25
225 Rotunda (Estação Elevatória) em frente p/ Amieira, M538
115.7 90.8 13:47 13:38
174 Cruzamento à esq. p/ S. Marcos - Reguengos, N255
119.6 86.9 13:53 13:44
233 ponto altimétrico 121.9 84.6 13:57 13:47
217 Rotunda em frente p/ Reguengos
127.6 78.9 14:06 13:56
218 Rotunda (Cavaleiro J.M. Batista) em frente p/ Reguengos
128.4 78.1 14:07 13:57
217 Cumeada, rotunda em frente, N255
130.4 76.1 14:10 14:00
226 Rotunda em frente p/ Reguengos
131 75.5 14:11 14:01
207 Rotunda em frente p/ Reguengos
133.2 73.3 14:15 14:04
224 Rotunda (Bombeiro) em frente p/ centro
136.7 69.8 14:20 14:10
226 Rotunda em frente p/ Évora, Rua de S. Marcos do Campo
137.3 69.2 14:21 14:10
230 À dta. p/ Mourão, Rua 1º de Maio
137.6 68.9 14:22 14:11
230 Meta Volante - Reguengos de Monsaraz (Praça da Liberdade)
138 68.5 14:22 14:12
205 Rotunda (Continente) em frente p/ Mourão, N256
139.2 67.3 14:24 14:13
173 Ponte s/ Rio Guadiana
151.8 54.7 14:44 14:32
170 À dta. p/ Acesso Local - Praça de Touros (Mourão)
157 49.5 14:52 14:40
188 À dta. p/ Bairro 1º Maio
157.8 48.7 14:54 14:41
187 À esq. p/ Rua do Alto da Forca
158 48.5 14:54 14:42
187 À esq. p/ Av. de S. Leonardo, N385
158.2 48.3 14:54 14:42
182 Rotunda à dta. p/ Amareleja, N385
158.9 47.6 14:55 14:43
171 Ponte s/ Ribeira de Acarrache, N385
166.2 40.3 15:07 14:54
231 Concelho de Moura 173.7 32.8 15:19 15:05
216 Amareleja, rotunda à dta. p/ Moura, N386
180.4 26.1 15:29 15:15
217 Póvoa de S. Miguel 190.9 15.6 15:46 15:31
109 Cruzamento à esq. p/ Moura, N255
202.2 4.3 16:04 15:48
130 Moura - ponte
205.6 0.9 16:09 15:53
149 À esq. p/ Rua Eng. Armando Almeida Manso
206 0.5 16:10 15:54
175 À dta. p/ Rua da República
206.4 0.1 16:10 15:54
176 Meta Final / Arrivée: Moura - Rua da República
206.5 0 16:11 15:54
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Resumo 1ª Etapa

O basco Enrique Sanz (Euskadi Basque Country-Murias) de 29 anos “driblou” pela esquerda os adversários e venceu o sprint da etapa inaugural da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola. 

Audio
Enrique Sanz - Vencedor Etapa 1