4ª Etapa / Monforte - Castelo de Vide / 85 km / 26 junho
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Monforte

A ocupação humana deste território começou no período neolítico, com pequenas

comunidades agro-pastoris. A civilização romana teve uma influência importante nestas

terras deixando um rico legado patrimonial. Durante a Idade Média existiam no território

do actual concelho dois núcleos populacionais distintos, a Vila de Monforte e a Vila

de Assumar. A primeira Carta de Foral foi outorgada em 1257, por D.Afonso III, à Vila de

Monforte. Ser-lhe-ia dada nova Carta de Foral no dia 1 de Julho de 1512, por D. Manuel I.

Em 1281 D. Dinis ofereceu a vila de Monforte à sua filha D. Isabel como dote de casamento.

Castelo de Vide

Perde-se nas brumas do tempo e das lendas a razão pela qual foi criada uma praça-forte neste local. Esta dúvida que só a arqueologia poderá esclarecer com segurança, estaria possivelmente relacionada com a morfologia dos solos que juntamente com factores de estratégia de ordem territorial, uma vez que era necessário consolidar as recém conquistadas terras, levaram a que se fixasse um espaço defensivo e criar condições para possivelmente existentes e novas populações.

Sabe-se por Rui de Pina que em 1299 Castelo de Vide era ainda "lugar etã maís chão q forte" ainda que desde essa data seja apelidado de "Castel da Vide" e que Afonso Sanches, filho de D. Afonso III, iniciou obras de reconstrução das muralhas que foram continuadas pelo seu irmão, D. Dinis , ficando finalmente concluídas no reinado de D. Afonso IV.

Estes melhoramentos dotavam esta praça de melhores condições defensivas alargando a cintura de muralhas, abrangendo o poço inicialmente de fora protegendo a sua entrada que era feita pelo interior do burgo. Uma linha de novas muralhas englobou a cidadela e o aglomerado populacional que já se havia estabelecido fora dela. Foi construída uma importante torre de menagem, periférica e saliente relativamente aos muros, para melhor defender o lado Sul, de mais fácil acesso e ataque. Todos estes reforços no sistema defensivo são indicativos da crescente importância que Castelo de Vide representava em termos estratégicos, tendo o s seus muros experimentado as máquinas de guerra e os assédios durante os conflitos com Castela, em que o nosso país foi fértil durante a Idade Média, como na manutenção municipalidade, adquirida em 1276 quando Castelo de Vide se libertou do termo de Marvão para formar o seu próprio concelho.

Lentamente ocorre a expansão urbana fora das muralhas do castelo, ainda durante o século XIV. As condições da encosta Sul, com boa exposição solar e um declive mais suave, em detrimento das vertentes Norte e Oeste, mais escarpadas e ventosas, determinaram a expansão deste arrabalde. A fundação de várias igrejas e ermidas extramuros estabeleceram com o castelo eixos preferenciais de estruturação da paisagem. Assim aconteceu com o eixo de comunicação que desde a entrada do castelo procurou encosta abaixo a ermida de Santa Maria, fundada em 1311 no local da actual Matriz. Este eixo foi certamente uma das mais antigas vias de expansão, estabelecendo ainda a separação entre as duas vertentes da encosta e também entre o outro arrabalde onde a nascente, a fonte de água, já utilizada pelos habitantes do burgo em tempo de paz, determinou a expansão urbana para esta vertente, compensando assim, os declives mais acentuados e a exposição solar menos privilegiada. Não se sabe ao certo se um dos arrabaldes terá surgido primeiro que o outro, mas o mais provável será terem-se desenvolvido na mesma época vindo este a ser paulatinamente utilizado pelos judeus que de Castela e Aragão procuravam refúgio após a sua expulsão do reino vizinho. Muitos se terão estabelecido em Castelo de Vide por estar próxima da fronteira e da portagem de Marvão, fazendo aumentar a comunidade judaica aqui existente e certamente contribuindo para o desenvolvimento que iria caracterizar a Vila.

É possível ter uma ideia, ainda que um pouco falível, do desenvolvimento urbano que a vila apresentava até ao século XVI pelos desenhos de Duarte d' Armas, as mais antigas representações que se conhecem da vila, onde se pode verificar que no primeiro quartel do século XVI, ambas as vertentes da encosta se encontravam construídas.

 

 

Mapa
Percurso
Alt. Percurso / Parcours
» Km Km » 37 km/h 39 km/h
Concentração / Rassemblement: Monforte - Parque Desportivo Municipal, Rua Dr. João Rosado Correia
9:00 9:00
Partida Simbólica / Départ Fictif: Monforte - Parque Desportivo Municipal, Rua Dr. João Rosado Correia 1.7 10:15 10:15
Rua Dr. João Rosado Correia, Rua Dr. Arsénio Joaquim Teixeira Jardim, À esq. p/ Rua Visconde da luz, À dta. p/ Rua Eng. António José Sardinha de Oliveira, Praça da República, Rua João Maria da Silva Sardinha, À dta. p/ Rua Visconde da Luz, À esq. p/ Estrada da Circunvalação, Em frente p/ Rua S. João de Deus, À dta. p/ Rua Arsénio Joaquim Teixeira Jardim, Rua Rosado Correia, Passagem na Partida, M515
293 Partida Real / Départ Réel: M515 (placa Monforte Fim de Localidade)
0 85 10:20 10:20
295 Concelho de Arronches 7.6 77.4 10:32 10:31
342 Passagem de nível / Passage à niveau
10 75 10:36 10:35
287 À dta. p/ Arronches, N246
14.3 70.7 10:43 10:42
282 Rotunda (Porcos) à esq. p/ Arronches
15 70 10:44 10:43
262 À esq. p/ Ponte s/ Rio Caia, Rua Edmundo Curvelo
15.3 69.7 10:44 10:43
278 À dta. p/ Rua Movimento das Forças Armadas
15.6 69.4 10:45 10:44
283 Meta Volante - Arronches (junto aos Bombeiros)
15.9 69.1 10:45 10:44
286 Em frente p/ Rua Passeio de Maio
16 69 10:45 10:44
290 Pela dta. p/ Rua da Esperança
16.2 68.8 10:46 10:44
281 À esq. p/ Portalegre, N371
16.5 68.5 10:46 10:45
408 São Tiago, rotunda em frente p/ Portalegre, N246
32.6 52.4 11:12 11:10
391 Rotunda em frente, Av. de Badajoz
37 48 11:20 11:16
389 Rotunda (Cavalo) em frente p/ Av. de Badajoz
37.8 47.2 11:21 11:18
394 Rotunda em frente p/ Av. de Badajoz
38.4 46.6 11:22 11:19
391 Rotunda à dta. p/ Portalegre (centro)
38.7 46.3 11:22 11:19
396 Rotunda à esq. p/ Portalegre
38.9 46.1 11:23 11:19
407 Rotunda em frente, Av. da Extremadura Espanhola
39.2 45.8 11:23 11:20
445 Rotunda em frente, Av. da Liberdade
41 44 11:26 11:23
461 Meta Volante - Portalegre
41.2 43.8 11:26 11:23
469 Rotunda em frente, Av. do Bonfim
41.5 43.5 11:27 11:23
464 Rotunda em frente, Av. do Bonfim
41.9 43.1 11:27 11:24
488 À dta. p/ Cabeço do Mouro Início subida / Début col
43 42 11:29 11:26
693 PM 2ª cat. / Col 2ème cat. - Cabeço do Mouro
44.5 40.5 11:32 11:28
680 À esq. p/ Salão Frio, N246-2
45.4 39.6 11:33 11:29
668 À esq. p/ Monte Carvalho, M1042
45.9 39.1 11:34 11:30
511 Monte Carvalho 48.3 36.7 11:38 11:34
528 À dta. p/ Marvão, N359 Início subida / Début col
49.1 35.9 11:39 11:35
676 PM 3ª cat. / Col 3ème cat. - Monte Paleiros
51.6 33.4 11:43 11:39
637 Alvarrões 53.9 31.1 11:47 11:42
527 São Salvador da Aramanha 57.6 27.4 11:53 11:48
512 À esq. p/ Castelo de Vide, N246-1
58.3 26.7 11:54 11:49
585 Castelo de Vide, rotunda à esq. p/ Sra da Penha-Carreiras Início subida / Début col
64.1 20.9 12:03 11:58
704 PM 3ª cat. / Col 3ème cat. - Sra. da Penha
65.7 19.3 12:06 12:01
705 À esq. p/ carreiras, M523
65.8 19.2 12:06 12:01
615 Carreiras 69.7 15.3 12:13 12:07
599 À dta. p/ Portalegre
70.3 14.7 12:14 12:08
500 À dta. p/ Castelo de Vide, M1031
71.4 13.6 12:15 12:09
397 À dta. p/ Castelo de Vide, N246
74.3 10.7 12:20 12:14
448 À dta. p/ Castelo de Vide, N246-1
81.8 3.2 12:32 12:25
521 Rotunda em frente p/ centro
83.9 1.1 12:36 12:29
539 Rotunda à esq. p/ centro
84.5 0.5 12:37 12:30
570 Cruzamento em frente p/ Largo Gonçalo Eanes
84.8 0.2 12:37 12:30
571 À dta. p/ Parque João José da Luz
84.9 0.1 12:37 12:30
572 Meta Final / Arrivée: Castelo de Vide - Parque João José da Luz
85 0 12:37 12:30
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RESUMO DA 4ª ETAPA 38ª VOLTA AO ALENTEJO / 1º GP CMTV

Daniel Mestre (W52-FC Porto) venceu em Castelo de Vide, mas a Camisola Amarela Sociedade Ponto Verde é de Rafael Silva (Antarte-Feirense). Imagens resumo da 4ª etapa da 38ª Volta ao Alentejo / 1º GP CMTV.