4ª Etapa
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4ª Etapa / Ponte de Sor - Portalegre / 74,3 km / 23 março
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Ponte de Sor

O nome de Ponte de Sor deriva do monumento de origem provavelmente romana construído sobre a Ribeira de Sor, em cuja margem direita a cidade se situa. É possível que essa primeira ponte, de que hoje não restam quaisquer vestígios, tenha integrado uma das vias romanas que ligavam Mérida (Emerita Augusta), capital da província da Lusitânia, a Lisboa (Olissipo).

Os vestígios arqueológicos e as fontes documentais indicam que, após a queda do Império Romano, o território do atual concelho perdeu importância e, encontrando-se numa zona de conflitos constantes durante a Reconquista, só voltou a ser povoado no século XIV, sob o incentivo de D. Dinis. Nos séculos seguintes, o lugar e, depois, vila de Ponte de Sor recebeu privilégios de vários monarcas e foi-lhe outorgado o Foral Manuelino em 29 de Agosto de 1514.

Ignora-se quando é que a primeira ponte construída sobre a Ribeira de Sor ruiu, mas é certo que no século XVIII não existiam mais do que vestígios dessa estrutura. A travessia da Ribeira era feita através de um caminho a jusante da Ponte hoje existente e de uma barca, cuja exploração era arrendada a terceiros pelo Município.

A atual Ponte foi construída em 1822-1823, no reinado de D. João VI. Parte dela ruiu durante uma cheia poucas décadas depois e foi recuperada (1867), substituindo-se os arcos destruídos, no leito da Ribeira, por três grandes arcos de cantaria, que se mantêm até aos nossos dias.

Ponte de Sor, situada num ponto de confluência das rotas norte-sul e este-oeste, nasceu e desenvolveu-se como local de passagem. O seu núcleo histórico situa-se junto à Ribeira e à Ponte, em torno do edifício dos antigos Paços do Concelho e da primitiva Igreja Matriz (ruiu no final do século XIX e localizava-se no largo em frente ao Mercado Municipal). Na Rua Grande (hoje Rua Vaz Monteiro), no seguimento da Ponte, situar-se-iam mais do que uma estalagem e o Hospital da Santa Casa da Misericórdia, destinados a acolher e a tratar os viandantes.

O concelho de Ponte de Sor atingiu a sua extensão atual no século XIX, com a anexação dos de Galveias (1836) e Montargil (1871), e a vila conheceu uma expansão progressiva e quase constante desde o final de oitocentos. Para tal muito contribuíram a chegada do caminho-de-ferro, nos anos de 1860, sendo a Estação de Ponte de Sor uma das mais importantes da Linha do Leste, e a indústria, em especial a corticeira, que se instalou nos últimos anos do século XIX e nos primeiros do XX.

 

Portalegre

Quando da formação do reino de Portugal, no século XII, é provável que existisse no vale que separa a Penha de S. Tomé (Serra da Penha), do Cabeço do Mouro, algumas casas que forneciam refúgio e mantimentos aos que por estas passagens viajassem. Neste Local de passagem (porto), situado numa região verdejante e aprazível (alegre), o casario foi aumentando, constituindo a cidade de Porto Alegre, que com o decorrer do tempo passou-se a designar Portalegre.

Os documentos históricos demonstram que em 1229 Portalegre era vila do concelho de Marvão e que em 1253 já era sede do concelho.

O 1º foral foi-lhe atribuído por D. Afonso III em 1259. Este monarca mandou edificar uma fortaleza que, contudo, ficou incompleta. Em 1271 D. Afonso III doou ao seu segundo filho, o infante D. Afonso, as vilas de Portalegre e Marvão e os senhorios de Vide e Arronches.

Quando faleceu D. Afonso III, em 1279, o infante D. Afonso pretendeu suceder-lhe no trono, alegando que D. Dinis era filho ilegítimo. Esta pretensão não foi tomada a sério mas deu origem a desavenças entre os irmãos.

Portalegre esteve envolvida nesta querela e, em 1299, foi cercada por D. Dinis. O cerco durou cinco meses, e depois D. Afonso rendeu-se. É importante referir que D. Dinis cercou as muralhas que ele próprio mandara edificar em 1290. Na realidade, neste ano, o rei remodelou a alcáçova e a torre de menagem e construiu uma segunda cerca de que ainda hoje existem bastantes troços.

A torre ou atalaia que domina a cidade, conhecida pelo nome de “Atalaião” admite-se que seja um pouco anterior à fortificação de D. Afonso III.
Em 1299 D. Dinis deu a Portalegre o privilégio de não ser concedido o senhorio da vila “nem a infante, nem a homem rico, nem a rica-dona, mas ser d’ el-Rei e de seu filho primeiro herdeiro”.
(…)
Entretanto, a vila foi adquirindo muita importância e, em 1549, diligências do rei D. João III permitiram que o papa Paulo III expedisse a bula que criava a nova diocese de Portalegre (até então a vila esteve integrada na diocese da Guarda). Em 1550, D. João III escreveu a carta régia que levou Portalegre à categoria de cidade.

 

Mapa
Percurso
Alt. Percurso / Parcours
» Km Km » 39 km/h 41 km/h
Concentração / Rassemblement: Ponte de Sor - Campo da Restauração (junto á CM)
9:30 9:30
Partida Simbólica / Départ Fictif: Ponte de Sor - Campo da Restauração (junto à CM)
1.7 10:30 10:30
Rotunda à esq. p/ Av. da Liberdade, À esq. p/ Portalegre, N119
123 Partida Real / Départ Réel: N119 (junto ao Marco nº 96)
0 74.3 10:35 10:35
238 ponto altimétrico 9 65.3 10:48 10:48
176 Separadores (Seda) em frente p/ Alter do Chão, N369
18.9 55.4 11:04 11:02
174 Separadores (Ponte Romana) em frente p/ Alter do Chão
20.8 53.5 11:07 11:05
237 Separadores à dta. p/ Alter do Chão, N369
28 46.3 11:18 11:15
259 Alter do Chão, rotunda à esq. p/ Crato, Av. da Coudelaria
30.9 43.4 11:22 11:20
278 Meta Volante - Alter do Chão (junto ao Castelo)
31.7 42.6 11:23 11:21
278 À esq. p/ Crato, Av. 25 de Abril, N245
31.8 42.5 11:23 11:21
320 ponto altimétrico 33 41.3 11:25 11:23
268 Rotunda em frente p/ Crato, N245
34.4 39.9 11:27 11:25
263 Rotunda em frente p/ Crato, N245
34.6 39.7 11:28 11:25
296 Concelho do Crato 36.4 37.9 11:31 11:28
214 Ponte s/ Ribeira de Linhais
38.5 35.8 11:34 11:31
205 Passagem de nível / Passage à niveau
41.3 33 11:38 11:35
214 Ponte s/ Ribeira do Chocanal Início subida / Début col
42.5 31.8 11:40 11:37
246 Crato 43.4 30.9 11:41 11:38
282 PM 4ª cat. / Col 4ème cat. - Crato
44 30.3 11:42 11:39
282 À dta. p/ Portalegre, Rua Gen. Humberto Delgado
44.1 30.2 11:42 11:39
269 Rotunda em frente p/ Portalegre, N119
44.7 29.6 11:43 11:40
273 Rotunda em frente p/ Pisão - Portalegre, N119
46 28.3 11:45 11:42
315 ponto altimétrico 52 22.3 11:55 11:51
363 Frangoneiro 60.2 14.1 12:07 12:03
418 Rotunda à esq. p/ Portalegre, IC13
62 12.3 12:10 12:05
457 Rotunda à dta. p/ Portalegre, N18
63.1 11.2 12:12 12:07
422 Portalegre, separadores em frente p/ centro
64.2 10.1 12:13 12:08
454 Rotunda à esq. p/ Av. da Liberdade
65.3 9 12:15 12:10
462 1ª Passagem pela Meta / 1ère Passage pour l 65.5 8.8 12:15 12:10
476 Rotunda em frente p/ Av. do Bonfim
65.9 8.4 12:16 12:11
490 À dta. p/ Cabeço do Mouro, Rua Padre Infante Início subida / Début col
67.4 6.9 12:18 12:13
680 PM 2ª cat. / Col 2ème cat. - Cabeço do Mouro
68.9 5.4 12:21 12:15
678 À dta.p/ Portalegre, N246-2
69.8 4.5 12:22 12:17
528 Separadores em frente
71.9 2.4 12:25 12:20
493 Rotunda (Centro de Artes) em frente
72.5 1.8 12:26 12:21
459 À dta. p/ centro, Av. da Estremadura Espanhola
73 1.3 12:27 12:21
454 Rotunda em frente p/ Av. da Liberdade
74.1 0.2 12:29 12:23
462 Meta Final / Arrivée: Portalegre - Av. da Liberdade
74.3 0 12:29 12:23
Altimetria
Partida
Chegada
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Resumo 4ª e 5ª Etapa

“É a minha primeira vitória como profissional. É uma sensação única!” declarou em êxtase João Rodrigues (W52/FC Porto), 24 anos, o novo Camisola Amarela da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola.

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Sergio Higuita vencedor Etapa 4